Contos · Thiane Ávila
O que sobra de nós quando a rotina para por um dia?
“O Que Somos aos Domingos” acompanha, conto a conto, uma narradora e Elis — duas mulheres que transformam um único dia da semana em território de amor, desejo e autoconhecimento.
Quero ler o livroDomingo devia ser o dia em que a gente se encontra. Quase sempre, é só o dia em que a gente se distrai.
Entre o cansaço da semana e a ansiedade da segunda-feira, o domingo vira um intervalo que se esvazia sozinho — rolando a tela, adiando conversas, adiando a nós mesmas. A pergunta que fica é sempre a mesma: o que aconteceria se, só por um dia, a gente parasse de verdade para olhar pra dentro e para quem está do nosso lado?
Um livro de contos para viver dentro de um só dia — de novo e de novo
Em primeira pessoa, a narradora conta as histórias que vive sempre aos domingos com Elis, sua companheira de vida. Ora ácidos, ora afáveis, os contos são amostras densas de vivências e reflexões sobre temas que atravessam a todos — amor, tempo, desejo, identidade, o lugar que a gente ocupa (ou não) no mundo.
Elis é assertiva e profunda: desacomoda opiniões rasas e rompe padrões fixados na rotina. As duas se questionam, se atravessam, e no processo, quem lê também revisita cantos desconhecidos de si mesma.
- 124 páginas — cabe num domingo, fica muito além dele
- Editora Artêra Editorial, 1ª edição
- Disponível em capa comum e Kindle
O que quem já leu está dizendo
“Esse livro é maravilhoso, estou lendo e amando cada trechinho dele! Estou sorrindo, refletindo e me emocionando!”
— Flávia Hernandes da Silva, compra verificada
“Livro lindo! A autora costura de forma esplêndida as palavras! Recomendo demais a leitura!”
— Cliente Kindle, compra verificada
“Um livro de tirar o fôlego. Ainda digerindo a complexidade e a profundidade dele.”
— Cliente Kindle, compra verificada
O que este livro entrega, na prática
Leitura no seu ritmo
Contos independentes, curtos o bastante para ler num único domingo à tarde, sem compromisso de maratona.
Profundidade sem jargão
Um olhar psicanalítico sobre relações e desejo, traduzido em literatura sensível — não em teoria.
Uma história de amor fora do óbvio
Menos o romance convencional, mais a dimensão fugidia de quem ama, deseja e se deixa atravessar.
Um espelho, não só uma história
Ao acompanhar Elis e a narradora se descobrindo, quem lê também revisita partes de si mesma.
Perguntas frequentes
Não costumo ler livro de contos, prefiro uma história contínua. Ainda assim vale a pena?
Sim. Os contos se conectam pelo mesmo par de personagens e pelo fio condutor dos domingos, então a leitura ganha continuidade mesmo sendo estruturada em capítulos independentes.
O livro fala de uma relação entre duas mulheres — preciso me identificar com isso pra gostar?
Os temas centrais — amor, tempo, desejo, autoconhecimento, o lugar que ocupamos no mundo — atravessam qualquer leitor. A relação entre Elis e a narradora é o cenário; o que se discute é universal.
É um livro “pesado” ou muito teórico, por causa do olhar psicanalítico da autora?
Não. É literatura, não ensaio. A sensibilidade psicanalítica aparece na profundidade dos temas, não em linguagem técnica.
Não tenho muito tempo pra ler. Isso é um problema?
Justamente o contrário: com 124 páginas e contos independentes, o livro foi pensado para caber em pedaços de tempo — um domingo, um trecho por vez.
Prefiro ebook ou livro físico — quais formatos existem?
O livro está disponível em capa comum e em Kindle. Você escolhe o formato na própria página da Amazon.
É seguro comprar? E se eu me arrepender?
A compra é feita diretamente na Amazon, com todas as proteções do site — incluindo direito a devolução em até 30 dias após o recebimento.
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